sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Chefe de Polícia Marcos Bonfim comenta sobre a precária situação da polícia Cearense e Brasileira



VÍDEO

A paixão pela carreira policial surgiu quando o carioca Marcos Bomfim atuou como “policial voluntário” na Carolina do Norte, que o permitia acompanhar as ações dos detetives



Nascido no boêmio subúrbio carioca de Madureira e criado no não menos musical bairro de Pilares, o imigrante Marcos Bomfim conquistou o sonho americano e recentemente foi promovido a chefe da Polícia Especial de King, uma cidade na Carolina do Norte. Um concurso para assistir os jogos da Copa do Mundo na Espanha em 1982 mudou a percepção de mundo do antigo vendedor da Gillette do Brasil. Após a volta da viagem, Marcos decidiu conhecer outros países e, após conversar, por telefone, com o irmão de um amigo que morava em Massachusetts, vendeu tudo o que tinha e mudou-se com a família para os EUA com o objetivo principal de aprender a língua inglesa. Uma vez aprendido o idioma, o plano era retornar ao Brasil e retomar o emprego na Gillette.
. Chegada aos EUA:
Após chegar a Massachusetts e enfrentar um dos invernos mais rigorosos da temporada, Bomfim foi transferido para Kentucky, pois a igreja batista a qual era membro o ofereceu a oportunidade de continuar os estudos na região, onde 2 anos depois concluiu o Bacharelado em Cuidados Pastorais. Como na década de 80 ainda eram poucas as igrejas protestantes de língua portuguesa na Nova Inglaterra, ele foi convidado para fundar uma congregação em Fall River (MA). Ao mesmo tempo em que se mudou com a família para Massachusetts, ele iniciou o mestrado em Consultoria numa universidade local.
O grande desafio surgiu quando a Convenção Batista solicitou, através de um advogado de imigração, a residência permanente (green card) para Marcos, que havia entrado nos Estados Unidos com um visto de estudante. Entretanto, o pedido foi negado, pois o advogado aplicou diretamente para o green card, quando deveria ser para a “permissão de trabalho com visto religioso”. Na época, a única solução encontrada por ele foi retornar ao Brasil para não cair na ilegalidade nos EUA.

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